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Leslie Marko é filha de sobrevivente do Holocausto, diretora de teatro, pesquisadora do LEER- Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação, além de Docente da Escola Superior e Propaganda (ESPM) nos cursos de Ciências Sociais e do Consumo e Relações Internacionais. Mestre e doutora pela Universidade de São Paulo.

Na entrevista fala de sua tese de doutora sobre o teatro de resistência promovido pelo diretor de teatro Sami Feder (1906-2000), judeu, polonês e sobrevivente do Holocausto.

Leslie Marko trata também da montagem da peça Mergulho, promovida pela B’nai B’rith em parceria com a Secretaria Municipal de São Paulo que, pela sua narrativa, incentiva o diálogo entre os jovens tendo como motivo diferenças éticas, religiosas e culturais. E do Projeto Mergulho, que abrange os professores e os alunos, trazendo questões de discriminação, o Holocausto e a violência, inserindo-os no contexto em que vivem.

“Considero a postura e as ações de Leslie Marko um exemplo promissor de como investir à favor da preservação da memória e promover o respeito às diferenças, elementos básicos para tentarmos melhorar a convivência no mundo atual abalado pela intolerância sem limites”, diz a Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro, orientadora de sua tese junto ao Programa de Estudos Judaicos e Árabes, da FFLCH-USP.

Vale a pena assistir a integra da entrevista em:
www.shalombrasil.com.br

(Matéria retirada do link: http://www.bnai-brith.org.br/entrevista-de-leslie-marko-no-no-programa-shalom/)

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 por Viviane Cabrera


Dalila tem como protagonista em sua vida o coração. Não que seja volúvel, mas a sensação vertiginosa que cada paixão causa em seu ser, viciou-a de tal forma que desvencilhar-se é algo impossível. É sua droga mais impactante. Mas há algo por trás das carcaças masculinas que a magnetiza a eles.

Diante de obstáculos e adversidades, Lise Forell usa sua arte como forma de manter intacta sua liberdade.

Por Viviane Cabrera
Holocausto – Lise Forell dá cores ao horror que enfrenta nos tempos de juventude.

Cores vivazes, pinceladas firmes, traços fortes. Vida e arte combinam-se, mostrando que a artista plástica Lise Forell é tão intensa quanto suas obras. No auge de sua existência, a matriarca de 86 anos fuma calmamente próxima a mesa de canastra. A fumaça do cigarro confunde-se com a névoa de suas lembranças.